DISCIPLINARIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS: uma marca da
escolarização
Evandro Araújo de Aquino
RESUMO:
Este trabalho tem como objetivo apresentar algumas análises
e reflexões acerca da temática de disciplinarização dos
corpos infantis. O trabalho está organizado a partir de
observações presenciais do cotidiano escolar durante a
realização da disciplina de Estágio Supervisionado VI
(segundo semestre de 2009). Os episódios observados e aqui
destacados serão submetidos ao suporte teórico de autores
que tratam dessa temática durante o percurso histórico
educacional.
Diversidade cultural e cidadania na educação de jovens e adultos
Com as transformações estabelecidas nas últimas duas décadas no
Estado do Acre, percebe-se com bastante otimismo os avanços
ocorridos nas esferas socioeconômica, político e cultural. São
inúmeras as conquistas no campo educacional, caracterizadas
principalmente pela abrangência dos programas educacionais de
governo para as áreas rurais do Estado.
Com Ministério Público atuante, Acre não queimará em 2010
Alvissareira a iniciativa dos Ministérios Públicos Federal e
Estadual que moveu ação civil pública para que o Acre adote
medidas voltadas à erradicar a nefasta prática das queimadas
em 2011.
Para os procuradores, é possível que, com planejamento, os
órgãos responsáveis pelo monitoramento e controle das
queimadas poderão, já a partir desse ano, instituir regras
restritivas para realização de queimadas, que culminariam em
2011 com a total erradicação dessa prática.
No ano de 1981, quando eu trabalhava de carpinteiro,
construindo uma casa para o Pedro Teles, na comunidade
Pimenteira, tive o privilégio de participar da primeira
reunião, na comunidade onde foi tratado, pela primeira vez
do assunto de escola para seringueiros. A reunião foi
coordenada pelo Chico Mendes (idealizador da proposta) e a
antropóloga Mary Allegretti, coordenadora do CEDOP (Centro
de Documentação e Pesquisa da Amazônia) que na época foi a
entidade que financiou as primeiras ações do PROJETO
SERINGUEIRO.
Mulher extrativista: quebrando paradigmas, construindo o
futuro
Nas comunidades extrativistas do Acre e em boa parte do meio
rural de todo o Brasil observa-se uma submissão histórica e
cultural da mulher, diante da sociedade
Turismo Comunitário no Acre: Alternativa de Conservação da
Floresta e Geração de Renda.
Na atualidade muito vem
sendo estudado e produzido no contexto global referente aos
aspectos de conservação de recursos florestais e a
sobrevivência dos seres humanos em especial os que estão
vivendo dentro de áreas protegidas, que buscam viver em
harmonia com a floresta, os quais equilibram sua existência,
(floresta e homem numa parceria de vida) extração dos
recursos através do manejo florestal comunitário da fauna e
da flora b
Centro de
Trabalhadores da Amazônia, 26 anos forjado na luta
Na
Década de 70 o Acre estava vivendo o inicio de uma luta entre
seringueiros e fazendeiros vindos do sul do país atraídos por uma
política nacional, regional e local de ocupação da Amazônia
impulsionado pela desvalorização da borracha, falência dos seringais
e venda das terras a baixo preço. Daí o caminho foi aberto para uma
nova “colonização” que primava à substituição da floresta por campos
e pastos.
No dia 08 de maio
ocorreu mais uma audiência de justificação entre o Ministério
Publico Federal, prefeituras, instituições do poder estatal e
conselhos ambientais e de
ciência e tecnologia para se debater
possíveis acordos que possibilitem conciliar as expectativas do MPF
e as possibilidades do poder publico acreano (ainda recuso-me a
escrever com “i”).